Sua mente está mais para Bombordo ou a Estibordo?

Postado por em janeiro, 2018 em Blog | 0 comentários

Sua mente está mais para Bombordo ou a Estibordo?

A mente humana tem a tendência de vagar a deriva. Se não segurarmos o leme e determinarmos uma rota ficaremos a mercê da sorte, vento esse, que nem sempre sopra a nosso favor.

(A Estibordo ou boreste (EB) em termos náuticos, é o lado direito de quem se encontra numa embarcação, voltado para a sua proa. No francês antigo dizia-se stribord, para “lado direito do navio”. Em português é uma palavra composto por esti + bordo. O lado de estibordo de uma embarcação deverá ser sinalizado, durante a noite, por uma luz de navegação de cor verde. Bombordo/estibordo é um termo náutico que significa velejar recebendo o vento por bombordo/estibordo. O lado oposto ao estibordo é o bombordo).

Parece algo lógico, e de fato é, porém, a maioria das pessoas não tem controle do seu leme mental. Vivem vagando em ideias inúteis sem qualquer significado prático para nossas vidas.

Se você observar se certificará que o maior causador de dor nas pessoas fica por conta da falta de direção e controle do leme mental. Em outras palavras, não tem domínio próprio. Pessoas adeptas ao refrão musical — “deixa a vida me levar; vida leva eu”.

E nessa ideia tem muita gente perdida, totalmente a deriva num mar de problemas. Pessoas endividadas até o pescoço, porque não tiveram o controle do leme. Pessoas passando por problemas conjugais, porque não souberam conduzir seus casamentos. Outras estão afundadas no desanimo, cansadas, porque navegam a contra a maré.

Precisamos ter controle do leme, mas isso por si só não basta, será necessário também uma boa bússola para sabermos por qual caminho devemos navegar.

— Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: “Este é o caminho; siga-o”. (essa dica está no Manual, em Isaías 30:21)

A mente humana é algo extraordinário e tem a capacidade de fazer coisas também extraordinárias, mas antes é preciso aprender usá-la. Não usá-la da forma como nos foi ensinado, se fizermos isso iremos para onde a maioria das pessoas estão — perdidas. Por haver tantas pessoas perdidas juntas a tendência é acharmos que estamos no lugar certo, mas, na maior parte das vezes não estamos. Na verdade é apenas um grupo de “pessoas perdidas” juntas.

Você já se deparou com a situação de estar na estrada em um feriado, o trânsito todo parado e, logo a sua frente, um dos carros decide sair do trânsito e fazer um caminho alternativo? Logo outras pessoas começam, uma-a-uma, a segui-lo sem saber de fato para onde estão indo. Depois de muito andar o primeiro desbravador descobre-se perdido e tenta retornar e voltar para onde estava a princípio, e todos os que o seguiam se desesperam e começam desorientadas tentar sair da situação em que se meteram, cada qual do seu jeito. É mais ou menos assim que a banda toca. Pessoas seguindo pessoas, na maior parte das vezes sem qualquer comando ou consciência do que estão de fazendo. Fazem apenas porque todo mundo está fazendo assim, então, acham que estão certas também.

Apesar de sermos todos parecidos, somos ao mesmo tempo pessoas completamente diferentes umas das outras, com habilidades próprias a cada um.

Eu não posso, ou, pelo menos, não deveria, tendo habilidades para cantar escolher trabalhar como cozinheiro de um restaurante. Isso me fará infeliz. Deus nos fez seres com dons e talentos, diferentes exatamente para sermos especialistas e eficientes, cada qual, completando um ao outro.

— Ado, ado, ado. Cada um no seu quadrado.

Eu tenho dom de cozinhar, então eu cozinho. E você canta enquanto cozinho. Deu para entender? Agora se todo mundo quiser cantar ou cozinhar vai ser um horror. Bom, na verdade, vai ser como é hoje.

As vezes mudamos tanto o trajeto original que a volta se torna mais complicada, pois, será preciso deixar de fazer coisas que estão enraizadas, as quais, muitas vezes, já fazem parte da gente. Essas coisas enraizadas já se manifestam em nossas vidas, no dia a dia, automaticamente sem darmos conta de sua existência. O fato é que as vezes saímos tanto da rota, que, quando, percebemos já estamos longe demais para voltar, então, acabamos decidindo ficar onde estamos mesmo (zona de conforto).

A maioria das pessoas vivem como se fossem piolhos, andando de cabeça em cabeça. Pegar a bússola e o mapa e seguir um caminho “com direção”, sem dúvida, pode ser um bom começo. Do contrário, podemos até mudar a rota, porém, ficaremos a deriva, perdidos num oceano de informações e conceitos errados sobre a vida. E as ondas das incertezas nos levarão de um lado para outro sem uma direção definida.

Devemos aproveitar enquanto temos combustível suficiente para voltar a rota original, para começar tudo novamente, mas, apenas isso não se faz suficiente. Precisamos saber as coordenadas de onde estamos para podermos traçar uma nova rota.

—A bússola

“Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois aquele que dúvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa, homem vacilante que é, e inconstante em todos os seus caminhos. [Tiago 1, versículos 5, 6, 7 e 8]

—O mapa

“Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para corrigir, para instruir em justiça” [2 Timóteo 3, versículo 16]

E você sabe onde está agora? Não? Então é bom saber antes de começar a traçar uma nova rota para a sua vida. Deve também arrumar uma boa bússola, um mapa para orientá-lo e, ai sim, seguir de vento em popa rumo a sua felicidade.

by df´

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