Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã

Postado por em janeiro, 2018 em Blog | 0 comentários

Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gênesis 1: 26 e 27)

A vitória está no DNA humano.

Não somos parecido com Deus, somos a Sua imagem e semelhança, fomos feitos vencedores antes mesmo de nascermos.

Não querer vencer é como entrar num jogo e não querer jogar. Todo o processo do nascimento, gestação e nascimento já demostra essa verdade. Dos cerca de 90 milhões de espermatozoides que se encontram numa ejaculação, entre 300 a 500 chegam às trompas e “apenas um deles fecundará o óvulo.” Todos nós desejamos vencer os obstáculos a nossa frente e já começamos bem cedo, não é mesmo? Isso faz parte da nossa natureza, fomos feitos para vencer desde quando eramos um espermatozoide, não temos como fugir de algo tão intrínseco a nossa natureza. Mas infelizmente são poucos os que conseguem. A maioria das pessoas permanecem por toda a vida no mesmo lugar, às vezes acabam até mesmo regredindo. Nos enganamos quando pensamos que vencer limita-se apenas aos heróis, mas lembre-se, antes de serem heróis são pessoas comuns.

Vencer significa ter uma vida abundante em todos os sentidos: “pessoal, profissional e espiritual”. No caminho que leva à verdadeira vitória existem itens importantes e que podem auxiliar-nos ter uma vida equilibrada, num crescimento contínuo sem dores.

Detectar e mudar o que vêm fazendo de errado pode ser um bom começo para quem quer alcançar o que deseja. Muita gente acredita que perder é sinônimo de fracasso. Mas nem sempre isso corresponde a verdade. Perder pode significar muito na caminhada rumo ao sucesso. Quando alguém chega ao estrelato apenas olhamos onde ela está naquele momento e não nos lembramos de olhar por onde ela teve de passar para chegar onde está agora. O fato é que os erros, para os mais espertos, servem como bússola para ajustar a rota. É de vital importância se atentar de que há uma diferença enorme entre a “teimosia” e a “persistência”. O problema não está em errar mas em continuar nele. Alguns chegam a insistir no erro a vida toda e as vezes morrem por causa dele.

É muito bom falar de algo que a gente conhece bem! Dá um prazer tremendo, isso porque dominamos mais o assunto, por conta das experiências que adquirimos durante a vida. Ah! E se tem algo que eu conheço bem é sobre fracasso!

Como disse em outras oportunidades: Em minha história amarguei com três casamentos desastrosos, nove empresas, onde seis delas consegui fechá-las antes que falissem, duas consegui fali-las judicialmente e uma tento mantê-la de pé até os dias de hoje. Esse é o meu currículo, o qual me fez mestre nesse assunto. Passei por momentos bem difíceis, quase tornei-me mendigo e cheguei ao ponto de pensar em suicídio algumas vezes com objetivo diminuir a dor que sentia. Discutir com Deus, tentando mostrar minhas razões, se isso fosse possível, perdi as contas de tantas as vezes que tentei persuadi-Lo com as minhas ladainhas.

O fato é que “as nossas falhas não necessariamente definem quem somos.”

O que aprendi com meus fracassos foi que não existe fracasso. O que existe são somente resultados. Os resultados daquilo que a gente vem fazendo. Para mudar esse resultado não é preciso mudar o objetivo, o que precisa ser mudado é o que estamos fazendo até então.

E é bem nesse ponto que as pessoas costumam consagrar de vez suas derrotas. Em vez de analisar o caminho traçado e mudá-lo, apenas desistem de continuar. Thomas Edson disse mui sabiamente que muitos dos fracassos da vida ocorreram com pessoas que não perceberam quão perto estavam do êxito quando desistiram.

Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã.

Certa vez um homem chamado João economizou dinheiro durante vários anos, com objetivo comemorar suas bodas de ouro com a família em Aspem.

Um belo dia João decidiu ir ao médico saber o resultado do seu “check-up”. Sabendo que seu amigo Pedro tinha de ir ao médico também, então, combinaram de ir juntos.

O médico diz ao João: João! Vejo aqui em seus exames que você está com uma doença gravíssima. E se você não começar um tratamento imediatamente suas chances de vida serão mínimas. A reação instintiva do João a partir dessa notícia foi choramingar pelos cantos e dizer para si mesmo que morreria em breve e que não havia muita coisa a fazer, a não ser aceitar a doença. A partir dessa ideia arquitetada em sua mente começou a fazer a distribuição dos bens aos membros da família e amigos, pediu perdão aos desafetos, foi à igreja, etc. Como não sentia mais alegria e como não conseguiria mais comemorar a bodas de ouro com sua esposa decidiu dar de presente ao seu melhor amigo “Pedro” a viajem a Aspem que havia planejado passar a com sua esposa e filhos.

João passou alguns meses muito triste, angustiado e desolado, aguardando o momento da sua partida. A essa altura João já estava sentindo dores fortíssimas pelo corpo, náuseas, insônia e acabou, por conta da depressão que passava, desistindo de viver e morreu.

Um dia o médico ao reavaliar os check-up de seus pacientes percebeu que o diagnóstico que havia dado ao João, não era para João, mas para o seu amigo Pedro, logo, desesperado, por conta da confusão que cometeu, ligou para a casa do João para lhe dar a feliz notícia, porém, acaba descobrindo que o João havia morrido, e pensa, bom, agora vou ligar para o Pedro e avisá-lo do seu problema antes que seja tarde demais, ligou para a casa do Pedro e sua empregada diz que Pedro estava muito feliz e que tinha aprendido muito com a doença do amigo João, e percebeu o quando era feliz e abençoado por ter uma “saúde de ferro”, estava se sentindo tão bem que decidiu tirar umas férias prolongadas aproveitando o presente que havia ganho do falecido amigo João e foi passar um tempo esquiando em Aspem com a família.

Não desistir, acreditar na possibilidade de vitória é a melhor arma que podemos usar em nossas batalhas. Isso é fé! O fato é que se você sair para uma batalha desacreditando na própria vitória é melhor nem sair. Se pudesse dar um conselho para alguém que precisa enfrentar um problema diria para se certificar antes quais são os prós e contras e só depois planejar a sua saída. Você deve ir ao campo de batalha consciente das suas reais condições “mentais” e também conhecendo os seus “limites”. df

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