Lá vem o Sonhador-Mor…

Postado por em janeiro, 2018 em Blog | 0 comentários

Lá vem o Sonhador-Mor…

Pessoas que não obtêm sucesso na vida compartilham de um traço característico comum. Conhecem todas as razões do fracasso e têm o que acreditam ser desculpas inatacáveis para explicar sua falta de sucesso. Algumas dessas desculpas são inteligentes e, algumas, confirmadas por fatos.

Desculpas, porém, não podem ser usadas como dinheiro. O mundo só quer saber uma coisa: você teve sucesso na vida? Uma analista de caráter compilou uma lista das desculpas mais comumente usadas. Lendo-a, analise-se com cuidado e verifique quantas delas, se é que alguma, você também usa.

SE eu não tivesse mulher e filhos…

SE eu tivesse um “padrinho”…

SE eu tivesse dinheiro…

SE eu tivesse uma boa educação acadêmica…

SE eu pudesse arranjar um emprego…

SE eu tivesse boa saúde…

SE eu tivesse tempo…

SE os tempos fossem melhores…

SE os outros me compreendessem…

SE as condições em que vivo fossem diferentes…

SE eu pudesse viver novamente minha vida…

SE eu não tivesse medo do que “eles” diriam…

SE tivessem me dado uma oportunidade…

SE tivesse agora uma oportunidade…

SE outras pessoas não tivessem me prejudicado…

SE nada acontecer para me deter…

SE eu fosse mais moço…

SE eu pudesse fazer o que quero…

SE eu tivesse nascido rico…

SE eu pudesse conhecer “a pessoa certa”…

SE eu tivesse o talento que certas pessoas têm…

SE eu ousasse ser mais assertivo…

SE eu tivesse aproveitado as oportunidades do passado…

SE as pessoas não irritassem tanto os meus nervos…

SE eu não tivesse que tomar conta da casa e cuidar das crianças…

SE eu pudesse economizar um dinheirinho…

SE o chefe apenas gostasse de meu trabalho…

SE eu tivesse alguém que me ajudasse…

SE minha família me compreendesse…

SE eu morasse numa grande cidade…

SE eu pudesse começar…

SE eu fosse solteiro…

Se eu tivesse a personalidade de algumas pessoas…

SE eu não fosse tão gordo…

SE meus talentos fossem conhecidos…

SE eu pudesse conseguir uma “chance”…

SE eu conseguisse pagar minhas dívidas…

SE eu não tivesse fracassado…

SE eu soubesse como…

SE todos não fossem contra mim…

Se eu não tivesse tantas preocupações…

Se eu pudesse me casar com a pessoa certa…

SE as pessoas não fossem tão burras…

SE minha família não fosse tão esquisita…

SE tu tivesse confiança em mim mesmo…

SE a sorte não fosse contra mim…

SE eu não tivesse nascido azarado…

SE não fosse verdade que “o que tem que ser, será”…

SE eu não tivesse que trabalhar tanto…

SE eu não tivesse perdido meu dinheiro…

SE eu vivesse em outro bairro…

SE eu não tivesse um “passado”…

SE eu tivesse meu próprio negócio…

SE as outras pessoas me escutassem…

SE***, esta é a maior de todas as desculpas…

Se eu tivesse a coragem de me ver como realmente sou descobriria o que há de errado comigo e o corrigiria. Em seguida poderia ter uma oportunidade de aproveitar os meus erros e aprender alguma coisa com a experiência dos outros, pois sei que há alguma coisa errada em mim, ou eu estaria agora onde deveria estar, se tivesse passado mais tempo analisando minhas fraquezas e menos tempo inventando desculpas para elas.

Fabricar álibis ou desculpas com as quais justificar fracassos é um passatempo nacional. O hábito é tão velho quanto à raça humana e fatal para o sucesso na vida! Por que as pessoas se apegam às suas desculpas favoritas? A resposta clara. Defendem-nas porque foram elas que criaram! A desculpa é filha da imaginação do homem. E é próprio da natureza humana defender os filhos da nossa mente.

Inventar desculpas é um hábito profundamente enraizado. Hábitos são difíceis de romper, especialmente quando proporcionam justificativa para alguma coisa que fazemos. Platão tinha essa verdade em mente quando disse: “A primeira e maior vitória e vencer a si mesmo. Ser vencido pelo eu é, entre todas as coisas, a mais vergonhosa e vil.”

Outro filósofo pensava a mesma coisa quando disse: “Foi uma grande surpresa para mim quando descobri que a maior parte da feiura que eu via nos outros era apenas um reflexo de minha própria natureza.”

“Tem sido sempre um mistério para mim”, disse Elbert Hubbard, “o motivo por que pessoas passam tanto tempo enganando-se propositadamente, com criação de desculpas para esconder suas fraquezas. Se usado de forma diferente, esse mesmo tempo seria suficiente para curar a fraqueza e as desculpas não seriam mais necessárias.”

Eu digo que: “A vida é um jogo de damas e o seu adversário é o tempo. Se hesitar antes de mover a pedra, ou deixar de movê-la rapidamente, você será expulso do tabuleiro pelo tempo. Você está jogando contra um adversário que não tolera indecisão!”

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