Festina lente

Postado por em janeiro, 2018 em Blog | 0 comentários

Festina lente

“Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo.” José Saramago

Estabeleça objetivos equilibrados e razoáveis

Geração do instantâneo

Vivemos na era do “homem instantâneo”. Temos dificuldade de esperar que a construção da felicidade aconteça em nossas vidas. Ela tem de vir agora, nem que para isso custe sermos infelizes no futuro.

A pressa d’alma conduz ao erro. Além de ser a maior inimiga da perfeição. Quando fazemos as coisas com calma colocamos mais atenção ao momento presente e com isso erramos menos.

“O tempo não para” — dizia o cantor em sua música. A mensagem é vamos fazer tudo o que for possível, mesmo que isso sirva apenas para constatarmos que o futuro repete o passado. E se pararmos para pensar não é o que fazemos todos os dias? Eu, você, nossos amigos e vizinhos! Vivemos no mundo da velocidade.

É preciso ter uma aliança firme com o tempo.

Frederick Taylor, engenheiro americano, no início do século 20, criou as bases da administração moderna, e fez isso procurando otimizar o trabalho dos operários de uma fábrica. Para isso, estabeleceu uma relação matemática entre a produção que eles conseguiam e o volume de recursos que utilizavam nessa produção. Taylor considerou o tempo como o mais importante entre todos os recursos. A partir de então se estabeleceu a cultura do século que se iniciava: fazer mais, em menos tempo. E a má interpretação da sua ideia acabou por criar um caos comportamental que se refletiu em pessoas apressadas, neuróticas, estressadas e infelizes.

“Pense antes de fazer, planeje seu trabalho, organize-se, e só então faça”, dizia Taylor.

Um jeito sábio de ser.

Ter uma atitude sem pressa significa colocar mais atenção no que se faz, dedicando tempo para os valores que a rapidez do mundo moderno está relegando a um plano secundário: a família, os amigos, o lazer, a cultura, o tempo livre para simplesmente viver.

O acesso aos valores essenciais à felicidade do ser humano, como a convivência, a fé, a esperança, a serenidade, os prazeres do cotidiano, torna-se mais fácil através de uma atitude sem pressa. O resultado é um indivíduo menos estressado e neurótico, mais leve, mais feliz e, por isso mesmo, mais produtivo.

“A velocidade é precisa, e a pressa é imprudente.” by df

O imperador romano Octavius Augustus, que viveu no início da era cristã, ao observar as trapalhadas de seus oficiais que, por medo ou vontade de agradar, saíam correndo para atender suas ordens, incorporou o hábito de recomendar sempre: “Festina lente”. Que significa: apressa-te devagar. Em outras palavras, para fazer rápido, faça com cuidado.

O Manual nos adverte sobre a pressa: “Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza” (Provérbios 21:5)

Em suma o que o Manual está querendo dizer é exatamente o que sempre acontece. Fazemos errado, insistimos em continuar errando.

Exemplo: Para a conquista de um adomem tanquinho, antecede a dor até conquistá-lo. Não dá para conseguir um abdome tanquinho bebendo cerveja no bar da esquina com os amigos ou numa cantina italiana se empanturrando de deliciosas porpetas. Pensando assim, muitos por não querer sentir dor na academia se dirigem a um cirurgião plástico para resolver de forma enganosa o problema com uma lipoaspiração, colocando próteses, etc.

Não sou contra, mas entendo que antes de uma cirurgia bariátrica deve vir uma mudança nos “padrões de pensamento” da pessoa que se propõe a esse tipo de cirurgia. Pois se essas mudanças em seus padrões de pensamento não forem feitas, uma cirurgia de redução do estômago pode levá-la a depressão, a se tornar bulímica, anoréxica e alcoólatra dentre outras doenças psiquiátricas qualquer.

Uma coisa bem interessante, talvez nem seja novidade para você, mas acho que vale a pena mencionar alguma coisa a esse respeito — é o pecado. Veja que o pecado está diretamente relacionado aos “padrões de pensamento” e aos desejos de “prazer” de um homem. Confiramos isso no Manual do ser humano e vejamos o que tem a nos dizer sobre isso. Achei algo no Livro de Provérbios, capítulo 24 diz que:

“O pensamento do tolo é pecado…” [versículo encurtado, ênfase adicionada] ou no Livro de Mateus, Capítulo 15, Versículo 19 “Porque do coração procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” [apenas a ênfase foi adicionada]

Qual é o estado mental que você almeja? Satisfação, alegria, felicidade, prazer, amizade, prestígio, prosperidade. O que quer que seja o seu desejo será preciso mudar os padrões de pensamento, os quais estão impedindo você almejá-los.

Lembre-se: “A primeira pessoa que precisa acreditar em você é você mesmo.”

Tenha em mente que o que você deseja você pode alcançar porque possui todos os acessórios necessários para alcançar essas conquistas instalados em você desde o dia que nasceu. O que nos impede alcançá-las é o fato de não conhecê-los. Devemos ter em mente que Deus jamais faria algumas pessoas com esses acessórios e outras sem como se desejasse que algumas pessoas sejam vitoriosas e outras que não. O que acontece é que algumas pessoas descobrem esses acessórios. Alguns por acaso ou por necessidade, enquanto outras não creem nessa possibilidade e acabam sofrendo por conta dessa descrença.

“Se o ferro está embotado, e não se lhe afia o corte, é preciso redobrar a força; mas a sabedoria resolve com bom êxito” (Eclesiastes 10:10)

Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criamos. A solução para isso é alterá-lo, arrumá-los, fazer uma boa faxina, reorganizar os padrões de pensamento em nosso arquivo mental. Não estou falando em regressão, hipnose ou coisas do tipo. Para mim, ninguém tem o direito de entrar em nosso “Arquivo Mental” e mexer em nossos “padrões de pensamento” e alterá-los a béu prazer.

A única pessoa capaz e autorizada e com o direito de alterar nossos “padrões de pensamento” somos nós mesmos, nunca um desconhecido. Ao fazer isso você de alguma maneira assumiremos os padrões de pensamento, segundo os padrões de alguém para nossa vida. Afinal os padrões de pensamento do João pode perfeitamente não ser os mesmos padrões de pensamento do Chico. Por causa disso desenvolvi as “PP’s.” Para ajudá-lo a fazer essas mudanças sozinho, sem pressa e do jeito que tem de ser: G-r-a-d-a-t-i-v-a-m-e-n-t-e.

O que são mesmo as PP’s?

Garanto que não são siglas de um partido político. São três as “PP’s” as quais devem ser trabalhadas uma-a-uma para conseguirmos obter uma vida equilibrada, repleta de sucesso e realizações pessoais. Quer seja na área pessoal, familiar, financeira ou profissional, são elas:

PPP – Padrões de Pensamento Pessoal
PPF – Padrões de Pensamento Familiar
PPL – Padrões de Pensamento Laboral

Seus objetivos e metas de vida serão mais facilmente alcançados a partir do momento que você tiver conhecimento e pleno controle do seu “ARQUIVO MENTAL”. Fazendo isso os seus objetivos se tornarão mais fáceis de serem realizadas e você ficará menos preso ao acaso.

Problemas, dificuldades e desmotivação não serão mais páreo para você. Ao saber manipular os seus “padrões de pensamento” adequadamente, do jeito certo, você viverá em um estado de “excelência.” E para ajudá-lo ainda mais nessa conquista criamos também o “PROMEC.”

E o que significa PROMEC?

PROMEC são as iniciais de: “Programa de Melhorias em Evolução Constante.”

O “PROMEC” promete ajudar você alcançar seus objetivos mais facilmente. Não se trata de um princípio relacionado apenas a negócios, mas também, com todos outros aspectos da vida. Nos relacionamentos pessoais, na vida espiritual, na saúde, nas finanças, no casamento, trabalho, etc.

Trata-se de um programa de “autodisciplina” constante e em pequenas doses, ou “micro-objetivos” diários que ao longo do tempo se tornará num grande objetivo alcançado. Além de ajudá-lo, tornando-o em uma pessoa feliz e mais confiante. Esse programa foi criado por mim com a finalidade auxiliá-lo nas suas lutas contra as dificuldades e alcançar suas metas e objetivos com mais facilidade. Como aqueles que quase sempre começamos e são abandonados ou esquecidos ao longo do caminho.

Já mencionei isso em outra oportunidade. Mas por conta da importância me darei o direito de ser redundante. Algumas pessoas, algumas religiões podem não concordar porque não consideram a neurolinguista algo válido. Mas não levar em considerações algumas descobertas da ciência e virar as costas para o aprendizado. É no mínimo displicência com a vida humana. A neurolinguística como qualquer outra descoberta pode ser usada com dois propósitos: um bom e outo ruim. Exatamente com acontece com um revólver, depende do lado que ele estiver, pode ser usado para nos proteger ou nos matar. Virar as costas para o aprendizado seria como dizer que não aceita o uso de remédios para se curar de uma doença.

Religiões que dispensam a neurolinguística estão sendo contraditórias. Afinal, alguém subir em um púlpito e dizer para as pessoas parar de pecar se não irão para o inferno, ou, se não derem seus dízimos não serão prósperos. Estão usando nada mais do que a base da neurolinguística, trocando a dor de ir para o inferno pelo prazer de serem salvos ou prósperos. Na verdade estão usando uma técnica neurolinguística sem saber que estão usando.

Em minha opinião uma das coisas que mais atrasa o evangelismo é a falta de “Maturidade Espiritual” em boa fatia dos “pregadores” os quais insistem usar discursos “exejegue”. Para quem não sabe “exejegue” é um termo utilizado para definir aquilo que muitos ensinadores e pregadores fazem quando querem utilizar um texto bíblico, não considerando o seu contexto, fazendo dele um pretexto para fundamentar suas heresias, alegoreses, invencionices interpretativas, incoerências e aberrações doutrinárias.

Metas e objetivos a princípio geram dor, sendo assim, a tendência normal do ser humano é desistir deles trocando-os por algo que lhe dará prazer imediato. Veja se não é assim que acontece? Você tem um objetivo e de repente aparece algo que lhe dará prazer imediato, você esquece o seu objetivo, deixando-o para depois. Corre e se joga nos braços do prazer imediato?

Exemplo: Você está de regime, seus amigos do trabalho numa sexta-feira decidem juntos ir na hora do almoço naquela cantina italiana conhecidíssima da sua cidade, e claro, convidam você para ir junto deles nessa deliciosa jornada gastronômica. Diga-me, sinceramente, qual será a sua decisão? Se não aceitar e de deixar para continuar o regime na segunda-feira. É ou não é assim que normalmente acontece? Se você disser que não eu devo viver noutro planeta.

Quando fazemos assim estamos trocando a dor que o regime está nos causando pelo prazer imediato que sentiremos indo com os amigos até a bendita cantina.

Mui sabiamente Oliver Wendell Holmes Junior disse em um momento de luz que:

“A vida é como pintar um quadro, e não fazer uma soma.”

Apesar de sermos adeptos apenas ao uso do “PROMEC”, simplesmente porque acreditamos que o PROMEC promete fazer mudanças reais e permanentes, diferentemente do sistema de objetivos e metas.

Uma das vantagens do PROMEC é que aceita trabalhar junto com suas metas criando melhorias facilitando o alcance dos seus objetivos.

O fato é que objetivos e metas acabam ao longo do tempo se tornando um grande limitador de conquistas, criando dor durante todo o processo de conquista. Por isso muitas vezes esses objetivos acabam chegando sem credibilidade em nosso Arquivo Mental, e assim, raramente são alcançados.

Normalmente colocamos uma meta de 100 e alcançamos 60 e achamos que está de bom tamanho, sendo que poderíamos através do uso da excelência chegar a 1000 no mesmo prazo de tempo ou até em menos tempo. As pessoas não precisam de objetivos e metas, elas na verdade precisam viver num espírito de excelência, fazer o melhor possível, 24 horas por dia, 365 dias por ano em tudo o que faz.

“A excelência em nossa vida deveria se tornar algo tão normal como o ato de respirar.” by df

O “PROMEC” funciona mais ou menos como correr em uma esteira. O começo é difícil, no segundo dia corremos 10 minutos, no terceiro 15′, no quarto 20′, no quinto 30′ e quando menos se espera, lá estamos nós, inscritos na São Silvestre.

O uso adequado do “PROMEC” garantirá a você “ir além” das suas metas e objetivos de uma forma sistemática, sem dor, fácil e contínua.

“A desmotivação é o preço que se paga ao se dar um objetivo inalcançável.” by df

Quando traçamos um objetivo que sentimos como impossível de ser alcançado ou percebemos que esse objetivo está além da nossa capacidade atual faz com que sintamos desmotivados em alcançá-lo.

Cuidado com as metáforas e ou versículos bíblicos, pois tanto um, como o outro, podem destruir um bloqueio ou deixá-lo ainda maior. Muitos religiosos, em especial os evangélicos (sou Batista, e já fiz isso muitas vezes) costumam se esconder suas fraquezas atrás de versículos que estão muitas vezes fora do contexto. E todos sabem que um versículo ou uma metáfora fora do contexto servirá de pretexto para justificar coisas erradas que estamos fazendo. Já ouvi e você também já deve ter ouvido, principalmente no mundo corporativo, dizerem que “objetivos foram feitos para não serem cumpridos” ou um outro; “mire na lua pois se você errar acertará as estrelas” ou “É Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, que um rico entrar no Reino dos céus”.

Esses tipos de pensamentos, vistos de forma errada, podem sem sabermos acabar de vez com qualquer objetivo que queiramos alcançar na vida. O pior é que existem palestrantes dizendo essas frases de impacto negativo em congressos empresariais e reuniões anuais de vendas de muita empresa grande. Da mesma forma que existem muitos “religiosos” dizendo coisas sem saber de fato o que estão dizendo ou até para proveito próprio mencionam versículos fora de contexto. Um objetivo é um negócio tão sério e que na maior parte das vezes já começa sem força, chegando em nosso arquivo mental ridicularizado.

Pensar assim é como se estivéssemos dizendo a si mesmo: “Essa meta é de mentirinha, e não é preciso alcançá-lo de verdade, isso é só para inglês ver. E tem mais. Não esquenta não. O que vier já está de bom tamanho” ou quem sabe dizer: “decidi não prosperar porque só os pobres serão salvos”.

“Ninguém jamais alcançou um objetivo por estar interessado na sua realização. Antes será preciso tornar-se empenhado em alcançá-lo”. by df

O maior problema da maioria das pessoas é que normalmente desistem de seus objetivos quando estão a menos de três passos para alcançá-lo. Para isso basta uma metáfora ou um versículo dito do jeito errado, na hora errada, e pronto, tudo vai ralo abaixo.

Pensa comigo. Se uma pessoa não consegue sequer parar de fumar, coisa que faz mal a sua saúde e que até pode levá-lo a morte ou não consegue emagrecer alguns quilinhos extras o que lhe fará muito bem a sua saúde e ao ego ou quem sabe não consegue fazer a viagem dos sonhos, pagar suas dividas, segurar sua compulsão por compras, como pode então conseguir alcançar uma meta da empresa na qual trabalha? Muitos cometem o erro achando que existe na mesma pessoa um homem profissional e outro pessoal. Não mesmo! Existe um único homem, ou seja, ele será na empresa o que é em casa, e vice e versa. Se você conseguir ver em uma pessoa dois homens destintos, pode acreditar que um deles é falso.

Defendo a existência das “PPs” – “Um Arquivo Mental” contendo gavetas (PPs) específicas.

Uma PP (gaveta) para a vida pessoal, outra PP (gaveta) para a familiar e uma outra PP (gaveta) para a vida profissional. O arquivo é único com diversas gavetas. O que precisa ser feito é organizar esse arquivo colocando cada pasta em seu lugar, na gaveta certa, na posição correta.

Para fazer um funcionário alcançar metas primeiro devemos ajustar seus “padrões laborais”, caso contrário irão todos (patrão e empregado) viver um conto de fada. Um fingindo que está fazendo de tudo para alcançar a meta, e, o outro, se enganando, acreditando que isso está sendo feito. E o resultado disso será- “Meta não cumprida”.

As metas devem ser alcançadas imperceptivelmente através de melhorias gradativas nas nossas “PPs” (padrões de pensamentos).
Outro cuidado que devemos ter está em relação às famosas “desculpas” de plantão, também ligadas as nossas “PPs”.

Pessoas que não obtêm sucesso na vida compartilham de um traço característico comum. Conhecem todas as razões do fracasso e têm os que acreditam ser desculpas inatacáveis para explicar sua falta de sucesso. Algumas dessas desculpas são inteligentes e outras são confirmadas por fatos.

Desculpas não podem ser usadas como dinheiro. O mundo só quer saber de uma coisa: “Você teve ou não sucesso na vida”.

Fabricar álibis, ou desculpas, com as quais justificar fracassos se tornou um passatempo universal. O hábito é tão velho quanto à raça humana e fatal para o sucesso na vida. Poderíamos aproveitar nossos erros em vez de ficar criando desculpas para justificá-los. Usá-los como uma oportunidade para aprender alguma coisa e melhorar a nossa maneira de ver a vida.

“A desculpa é filha da imaginação do homem.” by df

Por que as pessoas se apegam às suas desculpas favoritas?

A resposta é bem simples: Defendem-nas por que são suas filhas, foram criadas por elas mesmas. E, é próprio da natureza humana defender a própria cria, inclusive as que criamos em da nossa mente.

Ficar inventando desculpas tornar-se-á num hábito profundamente enraizado em nossa mente. Um padrão de pensamento que precisa ser arrancado do arquivo mental. Mas esses hábitos são difíceis de romper, especialmente quando proporcionam justificativa para alguma coisa que estamos fazemos de errado e que esteja nos gerando prazer, por exemplo.

Platão tinha essa verdade em mente quando disse:

“A primeira e maior vitória é vencer a si mesmo. Ser vencido pelo eu é, entre todas as coisas, a mais vergonhosa e vil.”

Outro filósofo pensava a mesma coisa quando disse:

“Foi uma grande surpresa para mim quando descobri que a maior parte da feiura que eu via nos outros era apenas um reflexo de minha própria natureza.”

Tem sido sempre um mistério para mim, disse mui sabiamente Elbert Hubbard:

“o motivo por que pessoas passam tanto tempo enganando-se propositadamente, com criação de desculpas para esconder suas fraquezas. Se usado de forma diferente, esse mesmo tempo seria suficiente para curar a fraqueza e as desculpas não seriam mais necessárias.”

E eu afirmo que:

“A vida é um jogo de damas e o seu adversário é o tempo. Se hesitarmos antes de mover a pedra, ou deixarmos de movê-la rapidamente, seremos expulsos do tabuleiro pelo tempo. Estamos jogando contra um adversário que não tolera em hipótese alguma uma indecisão”.

O “PROMEC” é nosso, mas o princípio dele não. É de Deus!

“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Esse texto foi tirado do Manual do ser humano, livro de Eclesiastes, Capítulo 9, Versículo 10. [ênfase adicionada]

Os japoneses conhecem muito bem esse princípio: Entre os executivos japoneses há uma palavra que é muito usada em discussões sobre negócios ou relacionamentos. Essa palavra é “Kaizen”. Significa, literalmente, melhoria constante. Eles costumam se referir a kaizen do deficit comercial, kaizen da linha de produção, kaizen disso e kaizen daquilo. Em decorrência estão sempre buscando como melhorar. Kaizen significa “melhoria gradativa” das coisas mais simples. Eles entendem que os pequenos refinamentos feitos diariamente começam a criar melhorias acumuladas, em níveis que as pessoas jamais pensariam alcançar um dia.

Evolucao_Kaizen

Os japoneses costumam dizer um ditado bem interessante:

“Se um homem não é visto por três dias, os amigos devem dar uma boa olhada nele quando aparecer, a fim de verificar quais mudanças lhe ocorreu nesse período”.

Foi através do sistema “kaisen” que os japoneses conseguiram desbancar as grandes indústrias automobilísticas americanas.

A cada novo carro produzido na linha de produção da indústria automobilística japonesa, os funcionários usavam o kaisen, ou seja, procuravam montar o carro atual melhor do que o carro montado anteriormente, isso faz o colocador de carpete, o montador das rodas, o que instala o motor, o pintor e assim por diante. Hoje os carros japoneses são conhecidos pela sua excelência, na qualidade, que se tornam quase que incomparáveis aos outros, no que se refere a qualidade e acabamento.
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