O medo é covarde! Quando o enfrentamos, quem foge de medo é ele

Postado por em janeiro, 2018 em Blog | 0 comentários

O medo é covarde! Quando o enfrentamos, quem foge de medo é ele

“Eu descobri algo curioso em relação ao medo. Ele é covarde! Quando nós o enfrentamos, quem foge de medo é ele.”

Se você quer ser um vencedor de gigantes será preciso trocar o medo pela fé.

Todos nós independente de querermos ou não teremos que enfrentar gigantes em nossas vidas. Alguns deles não tão grandes, outros, parecerão ser maiores do que são de fato.

Esses gigantes podem estar figurados por inúmeras coisas. Um problema relacionado a uma doença, algo na área profissional, nas finanças, na família, com drogas, enfim, gigantes famintos e prontos para nos aniquilar é que não nos faltará. Não é mesmo?

Na maior parte das vezes, por conta do seu tamanho, esses gigantes tendem a nos intimidar, ficamos estáticos quando começam a vir em nossa direção, paramos, fitamos o destemido gigante sem tirar os olhos dele e com isso deixamos de perceber detalhes importantes que estão acontecendo ao redor.

Ao longo da minha vida percebi que, quando, enfrentamos nossos gigantes ganhamos experiência, nos tornamos mais maduros e coisas que nos punham medo no passado já não nos amedrontam mais no presente e possivelmente não nos amedrontará no futuro também.

— Porque temos tanto medo de encarar nossos gigantes?

— O que de fato nos leva querer evitá-los a qualquer custo?

— Por que nos desmanchamos de medo só de saber da sua existência?

A primeira resposta que me veio à mente foi:

“Temos medo porque não queremos sentir dor.”

Naturalmente qualquer ser vivo não desejaria senti-la, louco aquele que desejasse.

— Mas em algum dia você se questionou sobre o sentimento de medo?

Creio que a maior parte das pessoas nunca se questionaram nada a esse respeito.

— Você não acha que se você conhecesse melhor esse sentimento sua vida seria bem melhor e assim conseguiria passar pelos problemas mais facilmente?

— Quantas e quantas oportunidades perdemos por causa desse sentimento, não é mesmo?

Muitas vezes deixamos de ser felizes por causa dele. É bem possível que não sejamos felizes no trabalho porque tivemos medo de trocá-lo por outro, ou deixamos de nos casar, constituir uma família por medo de dar tudo errado, ou, quem sabe, perdoar nosso cônjuge por medo de se decepcionar novamente.

O fato é que uma cabeça cheia de medos não tem espaço para sonhar. Na verdade são tantas e tantas oportunidades perdidas por conta desse sentimento que preferimos ficar estáticos, sem se mexer para não corrermos o risco de ter de enfrentá-lo.

A vida passa e as oportunidades de sermos felizes também, vemos essas oportunidades se esvaírem pelo ralo do tempo e depois quando velhos nos tornamos um mar de amarguras e arrependimentos. Tudo porque tivemos medo de viver plenamente.

O sentimento de medo nos conhece muito bem. E nós o que conhecemos sobre esse adversário tão indesejado?

— O que é o sentimento de medo?

O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado fisicamente ou psicologicamente.

— E o pavor?

O pavor é a ênfase do medo.

O medo é provocado pelas reações químicas do corpo sendo iniciado com a descarga de adrenalina em nosso organismo causando aceleração cardíaca e tremores. Esse sentimento pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor criando situações extremas de pânico.

— Qual é a definição de pânico?

Transtorno do pânico ou Síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade caracterizado por um intenso medo ou/e mal-estar com sintomas físicos e cognitivos que se iniciam de forma brusca e alcançam intensidade máxima em cerca de 5 minutos e causando medo de morrer persistente e recorrente, o que aumenta a chance de outros ataques. No Brasil, cerca de 1% da população tem um ataque de pânico por ano e 5% dos adultos relatam já terem tido pelo menos um ataque de pânico na vida, 1% deles acompanhado de agorafobia.

— E o que é Agorafobia?

A agorafobia é outro distúrbio de ansiedade que, na maioria das vezes, está associado às crises de pânico. Formada por dois radicais gregos – ágora, nome dado às praças onde se realizavam trocas de mercadorias ou reuniões do povo e fobos, que quer dizer medo, – inicialmente, a palavra era empregada para indicar o medo que as pessoas sentiam em lugares abertos. Hoje, o significado é muito mais amplo. Essa palavra é usada para definir comportamentos de esquiva, que aparecem quando a pessoa se encontra em situações ou locais dos quais seria difícil ou embaraçoso escapar ou mesmo receber socorro se algo de errado acontecesse. Nos casos mais graves, a agorafobia compromete a vida social das pessoas.

Voltando ao medo…

O medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação ou crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar, ou na maior parte das vezes, fugir da situação que lhe coloca medo.

A resposta anterior ao medo é conhecida por ansiedade. Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o encontro com a situação ou objeto que possa lhe causar algum mal. Sendo assim, é possível traçar uma escala de grau do medo, no qual, o máximo seria o pavor e o mínimo uma leve ansiedade.

O medo pode se transformar em uma doença — a fobia.

Quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psicológico.

A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama “Dessensibilização Sistemática”. Só de ler essas palavras já nos gera um certo medo. Não é mesmo? Com ela se pode construir uma escala de medo, que vai desde uma leve ansiedade até o pavor, e de forma progressiva o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa gradativamente por um processo de reestruturação cognitiva em que ocorre uma reaprendizagem ou ressignificação (Ressignificação é o método utilizado em neurolinguística para fazer com que pessoas possam atribuir novo significado a acontecimentos através da mudança da sua visão do mundo) da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.

— Suas origens

Enquanto há alguns tipos de medo que surgem através da aprendizagem, como, quando, uma criança cai num poço e se esforça violentamente para de lá sair, sofrendo devido ao frio da água e à aflição, esta criança originará um adulto que guarda um medo instintivo aos poços. Há, no entanto, outros gêneros de medos que são comuns nas espécies e que surgiram através da evolução marcando um aspeto da reminiscência comportamental. Do ponto de vista da psicologia evolutiva medos diferentes podem na realidade ser diferentes adaptações que têm sido úteis no nosso passado evolutivo.

Diferentes medos podem ter sido desenvolvidos durante períodos de tempo diferentes.

Alguns medos, como medo de alturas, parece ser comum a todos os mamíferos e desenvolveu-se durante o período Mesozoico. O nome Mesozoico é de origem grega e refere-se a “meio animal” sendo também interpretado como “a idade medieval da vida”. Esta era é especialmente conhecida pelo aparecimento, domínio e desaparecimento dos dinossauros e amonites. Outros medos, como o medo de serpentes, pode ser comum a todos os símios e desenvolveu-se durante o período Cenozoico. A Era Cenozoica marca a abertura do capítulo mais recente da história da Terra. O nome desta era provém de duas palavras gregas que significavam “vida recente”. Durante a Era Cenozoica, a face da Terra assumiu sua forma atual. Houve muita atividade vulcânica e formaram-se os grandes maciços montanhosos do mundo, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. A vida animal transformou-se lentamente no que hoje se conhece. Ainda outros medos, como o medo de ratos e insetos, pode ter sido desenvolvido durante o período Paleolítico e Neolítico, época em que os ratos e insetos tornam-se portadores de doenças infeciosas importantes e prejudiciais para as culturas e alimentos armazenados.

Por favor, guarde isso em sua mente: O medo é um sentimento que nos ajuda à “aprender”, mas também nos ensina a “sobreviver”.

Ao analisar mais detalhadamente a maneira como a maioria das pessoas encaram seus problemas, percebi que a principal função de um gigante não é a nossa destruição, mas, o de nos fazer seres capazes de vencer obstáculos. Entendi também que a cada obstáculo vencido nos tornamos mais fortes, aqueles obstáculos que a princípio eram enormes e nos punham medo, agora, já não nos assustam mais, ao contrário, por conta da nossa experiência nos tornamos professores e quando vemos alguém passando por uma situação parecida logo procuramos ajudá-la, mostrando a ela qual é o melhor caminho para vencer.

Acho que seja por isso que os mais velhos sempre procuram ensinar os mais novos, mostrando-lhes o caminho que devem seguir, ou, os caminhos que não se deve trilhar.

O medo é um sentimento grave de inquietação ante a noção de um perigo “real” ou “imaginário”. Desejo de fugir, de esconder-se de algo ou de alguém que nos incomoda ou que nos faz alguma ameaça.

— Perigo real

Imagine um leão vindo em nossa direção. Esse tipo de perigo de certo que nos criaria um grande medo, acho mais do que isso, um pavor enorme. Eu mesmo só de ouvir o rugido desse animal, mesmo sabendo que está preso em um zoológico, cria em mim um medo interno indescritível. Quando o perigo é real sabemos que se não fizermos nada, seremos derrotados. Se um leão viesse em nossa direção teríamos três coisas que poderíamos fazer:

1. Ficar parado estático de medo. Situação essa que, com certeza, nos levaria a morte.

2. Poderíamos sair correndo e, com certeza, morreríamos tentando fugir.

3. Olharíamos ao redor e tentaríamos achar alguma coisa que pudesse nos ajudar a se defender do felino e partiríamos para cima dele usando a nossa principal arma ― a “inteligência”.

Responda-me! Em qual dessas situações você teria mais chances de sair vivo?

— A sua resposta é nenhuma!

Uma coisa eu sei! O leão não estaria preparado para uma situação diferente dá de você paralisar ou fugir dele. Alguém o enfrentando (terceira opção) decerto não estaria acostumado a esse tipo de situação, no mínimo seria uma rotina diferente para ele. O leão apesar de muitos não concordarem comigo, só possui uma coisa a seu favor ― o medo que gera nas pessoas. Ele pode ser mais rápido, mais forte, mais feroz, mas, eu, você e seu vizinho somos, sem dúvida, muito, mais muito mais inteligente do que ele. E contra a inteligência não existe nada capaz de vencê-la, nem mesmo o feroz e destemido rei das selvas.

A inteligência só pode ser vencida pelo medo, pelo desespero, somente o pavor consegue paralisar a mente humana. É claro que não é tão fácil vencer um felino como esse, mas, acredito que é possível sair vencedor dessa situação se decidirmos encará-lo em vez de fugir.

Eu antes de escrever coisas envolvendo o desafio de um leão, lógico, não sou bobo e nem nada, busquei pesquisar algumas situações de ataque leoninos a pessoas e animais.

Posso dizer que quando um rinoceronte, um grupo de hienas risonhas ou um grande elefante bravo resolve se defender o leão não tem outra escolha a não ser se mandar de fininho. Descobri também algo curioso, que apesar do seu ar pacífico a girafa é temida até pelos leões. Seu coice e sua cabeçada poderosa bota para correr o famoso rei da selva. Na verdade não estou querendo encorajá-lo enfrentar um leão, por favor, não faça isso. De certo que eu também não faria, mas, o que desejo é apenas convencê-lo de que fugir dos problemas pode ser a pior das escolhas. As chances de tornar-se em um grande e verdadeiro vencedor de gigantes diminuem demasiadamente quando adotamos essa alternativa.

Diga-me: Se você tivesse tempo suficiente para planejar uma estratégia de ação, o leão teria alguma chance de sair vencedor contra você?

Arriscar-me-ia dizer a resposta!

Diria sem medo de errar que o leão não teria a mínima chance de vitória. E hoje você, com certeza, teria uma bela cabeça de leão em cima da lareira e um lindo tapete peludo ornando sua sala de visitas.

A solução na verdade é agir estrategicamente, e assim, vencer nossos gigantes. Precisamos planejar quais serão as nossas ações de ataque e defesa antes de sair correndo ou ficar paralisado esperando que os problemas nos pegue.

“Quanto mais conforto se torna uma prioridade em nossa vida, mais contraído de medo ficamos. A nossa mente condicionada a esse conforto é o que nos manterá exatamente onde estamos. Paralisados!”

― Perigo imaginário

Para mim esse é o tipo de medo que mais assola as pessoas nos dias de hoje. Antigamente o homem tinha outros medos. Não tinha cartão de crédito para pagar todos os meses, mas tinham dinossauros para enfrentar, e, numa época mais recente, tínhamos que enfrentar nossos inimigos numa disputa aberta usando espadas e escudos. E o perigo “imaginário” é tão cruel quanto, ou, até mais, do que esses.

O medo imaginário começa desde a tenra infância com coisas do tipo:

– Vou apagar a luz, mas não tenha medo, a mamãe está no quarto ao lado;

– Não tenha medo da prova, você vai se sair bem;

– Vá para a entrevista e não tenha medo, o entrevistador não morde.

E quando alguém deseja falar no afirmativo diz:

“tenha coragem” ― o que não é o mesmo que dizer para não ter medo?

O medo é definido como um fenômeno psicológico com forte caráter afetivo, marcado pela consciência de um perigo ou de um mal. Mas, preste atenção… o medo nasce do “perigo”, mas também das “incertezas”. E nas incertezas pode morar um perigo real, mas, o mais provável é que more um “perigo imaginário”. O perigo imaginário é um perigo que pode existir no futuro, o qual ainda não existe e que pode nunca existir de verdade. Então como explicar essa força. Como pode algo que “não é real”, criar um “medo real” ao ponto de nos paralisar?

— Males da modernidade

Vivemos uma era de incertezas, e, portanto, com medo escondido nelas. Se você tem sentido os efeitos da desconfiança com relação à política, à economia, à paz mundial, à criminalidade, é provável que você esteja sofrendo do mesmo mal que milhões de outras pessoas que leem o jornal ou assistem ao noticiário e são assaltados pelas notícias do desaquecimento da economia, da falta de empregos, da insegurança que não é apenas física, mas também social, moral e emocional. Os medos morais, de perder o emprego, do dinheiro não chegar na hora certa, da crise aumentar, são até maiores, porque são mais presentes do que os medos físicos, dos assaltos, do terrorismo, das epidemias. E o pior, o medo de que algo vai nos acontecer só porque estamos com algum problema que a princípio não sabemos como resolvê-lo.

Para viver melhor temos que aprender a separar os dois ― o joio do trigo, o medo do perigo, do medo da incerteza. E depois disso feito temos que aprender a lidar com as incertezas, diminuindo seu sentido abstrato. Equivale a dizer que transformar as incertezas em situações conhecidas, portanto, sob controle. Para tanto aumentar a percepção, a informação, o conhecimento, a cultura geral, são os melhores atalhos.

O medo só serve para atrapalhar o nosso progresso. Se deixarmos teremos medo de tudo, até mesmo de sair na rua, ainda mais se você costuma assistir os programas policiais na TV.

Se você soubesse que um avião fosse cair nas intermediações da sua casa como você reagiria? De certo que com medo. Agora se você não tivesse essa informação como você reagiria? Sem medo. Por que? Simplesmente porque não veria nenhum perigo iminente para sentir medo, apenas tocaria sua vida normalmente.

Em suma… o medo só existe se o alimentarmos, quanto mais o alimentamos, maior vai ficando. Sendo assim, se isso é de fato verdade, o segredo então é matá-lo de inanição, fazê-lo morrer de fome.

Faça uma análise da sua vida e veja quantas situações de medo você passou e quantas delas aconteceram de fato. Tenho a certeza de que foram bem poucas. Você deve ter sofrido muitas vezes por quase nada. Para tudo dar certo no final.

Queria encontrar uma maneira mais simples e fácil de falar do único e eficaz antídoto para o medo ― a fé! Então procurei entre muitos exemplos no Manual e achei um personagem que se parece muito comigo, com você e o seu vizinho, o qual depois de passar por um preparo se tornou uma pessoa de fé genuína, de garra e sem medo. Então, escolhi Davi!

Muitas vezes olhamos para os personagens bíblicos e os vemos como verdadeiros heróis, e isso nos leva a achá-los seres superiores e muito distantes de nós. Consideramos pessoas especiais, tanto é que muitos de nós os encaramos como santos homens. Mas se observarmos melhor veremos que esses personagens não passaram de simples mortais, exatamente como eu e você. Cometiam erros, nutriam medo e tinham dúvidas que ao longo das suas experiências, seus erros, dúvidas e medos se foram, e a sabedoria, a coragem, predominaram em suas vidas.

Davi era a princípio um jovem desprezado por parte de sua família. Era pobre e praticamente esquecido no deserto acompanhado de algumas poucas ovelhas do seu pai.

Com todo respeito que Davi merece, poderíamos concluir, segundo a história, que sua família o considerava um zero a esquerda. Um ser sem qualquer expressão ou que merecesse algum respeito. Mas não para Deus!

Diga-me: Qual o sentido de um rapaz ter de lutar sozinho no deserto com um urso, um leão e depois de sobremesa encarar um gigante mal-educado?

Bom, eu não sei para você, mas para mim não há outra explicação a não ser a de Deus estar lhe preparando para algo maior.

Se eu tivesse lutado com um leão, ou quem sabe um urso e tivesse ganho, no dia seguinte, a minha confiança seria tanta que poderia desafiar o Anderson Silva para a luta do século.

Acho que foi mais ou menos isso que aconteceu com Davi. Pois não demorou muito e lá estava ele desafiando um guerreiro gigante com quase três metros de altura, vestido para guerra, armado até os dentes. Somente a “falta total de medo” pode dar confiança e as condições necessárias para alguém enfrentar um leão, um urso e um gigante.

Depois do episódio do gigante Golias, Davi por algum tempo foi perseguido pelo rei Saul que desejava matá-lo por ciúmes. Isso fez Davi viver por muito tempo com “medo” de ser morto, não podia se defender, afinal, para quem havia matado um leão, um urso e um gigante poderia muito bem matar um homem comum. Não é mesmo? É! Mais ou menos! O problema é que esse homem, Saul, era um rei escolhido por Deus e Davi se recusava matá-lo por ter sido ungido pelo Senhor, apesar de tecnicamente ter perdido esse posto por conta de sequentes erros que havia cometido.

É bem possível que Davi não conseguia compreender naquela ocasião porque deveria ficar se escondendo e fugindo para salvar a sua própria vida, durante sete anos, se arriscando no deserto, passando frio e fome, quando Deus já o havia escolhido para ser o novo rei de Israel, ocupando o lugar do rei Saul. Davi teve pelo menos duas oportunidades de matar Saul, mas, preferiu deixar passar as oportunidades de se livrar de vez do problema, por conta da sua fidelidade a Deus.

Eu e você podemos até não saber ao certo o porque Deus permitiu que essas coisas acontecessem com Davi, mas, com certeza Davi o sabe e deve estar plenamente satisfeito com tudo o que lhe aconteceu.

Creio que a perseguição, matar um leão, um urso e o gigante serviram para Deus dar arremates necessários em Davi. A polida final antes que se tornasse o mais famoso rei de Israel. Afinal, Davi era um jovem desacreditado por todos. Quem na condição que Davi vivia, respeitaria-o como rei? A resposta é simples! Ninguém!

Minha opinião a respeito de Davi gira em torno de que ele foi mais um grande guerreiro do que um grande rei. Se você observar bem, olhando a história inteira de Davi você perceberá que esse homem saia para guerra igualmente a mim e a você quando saímos de manhã para ir trabalhar. Eu fico imaginando Davi de manhã após seu café matinal saindo de casa, pegando seu material de trabalho, a sua mulher o acompanhando até o portão, ele dando um beijinho nos filhos e na esposa, a qual lhe diz: “Amor, tenha um bom dia de trabalho, e oh…, não deixa de passar no açougue na volta e trazer a mistura para o jantar”. Brincadeiras à parte ― Essa era a vida de Davi. Então, como poderia um homem desse, com a profissão que exercia, dar-se ao luxo de sentir algum medo?

Se pararmos por aqui poderíamos dizer que Davi era perfeito e corajoso. Um verdadeiro homem de Deus, um santo ― o que não deixa de ser verdade. Porém, entretanto, para mim, creio que para você também, não existem dois crimes piores do que um “adultério” e um “homicídio”, ainda a mais se levarmos em consideração que “o homicídio deu-se para apagar os vestígios de um adultério”, e, é justamente nesse ponto da história que Davi se iguala a mim, a você e ao seu vizinho.

Fazendo uma análise mais humana até dá para entender o que Deus queria com Davi, afinal, Davi estava sendo preparado para comandar um exército de guerreiros e para ser rei de Israel, principalmente numa época em que as coisas eram resolvidas na base da espada, e isso não poderia ser diferente. O fato é que Deus precisava fazer de Davi um homem “sem medo”, “humilde” e “consciente” de que a força que possuía vinha de Deus e não de si mesmo. Fica impossível imaginar um líder guerreiro de Deus “soberbo” e com “medo” de sair de casa para não ser morto.

Acredito que muitas vezes passamos por situações difíceis para que Deus possa ter a oportunidade de fazer de nós pessoas melhores, pessoas sem medo de viver e de encarar os problemas. Para mim esse é um dos motivos que leva Deus permitir que enfrentemos dificuldades em nossas vidas. Talvez para nos tornarmos verdadeiros guerreiros, sobre tudo, conscientes da importância dEle em nossas vidas e conquistas.

Hoje não saímos por ai matando leões, ursos e gigantes de três metros, pelo menos por aqui onde moro. Isso que eu saiba! Mas matamos outras feras como o desemprego, o divórcio, as drogas, as doenças, etc. Gigantes esses que jamais conseguiremos vencê-los se nutrirmos esse sentimento latente em nosso coração. O fato é que para nos tornarmos um verdadeiro vencedor de gigantes precisamos ficar pelo menos uma posição acima do medo. Pois o medo tem o poder de nos paralisar e impedir qualquer possibilidade de conseguirmos alguma coisa relevante em nossas vidas.

Chegamos ao absurdo de termos medo de nos casarmos com a pessoa que amamos. Tudo porque temos medo do futuro. Na verdade não é bem do futuro, mas do novo, do desconhecido. Temos medo do desconhecido porque achamos que lá terá gigantes nos esperando. Mas, com que base real podemos prever tal coisa. A verdade é que o que pensamos nos leva exatamente onde desejamos estar. Se pensamos que lá terá gigantes, com certeza terá um bem grande nos aguardando, porém, ainda bem, que o contrário é verdadeiro. A nossa mente nos leva sentir medo onde não há motivo para isso. Para mudar basta tão somente alterar a direção dos pensamentos.

Quanto maior a importância que dermos a esse sentimento maior será o controle dele sobre nossas vidas. O medo é um sentimento de grande inquietação ante a noção de um perigo real ou imaginário e que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, o qual alimentado nos mantém inerte e bem próximo do fracasso, portanto a regra é lutar para que esse sentimento não impeça o nosso progresso rumo a vitória e principalmente da nossa felicidade.

Eu mesmo já passei por muitos momentos difíceis, passei por situações de extremo medo, mas, na verdade, muitas delas nunca aconteceram de fato, foi só perda de tempo, noites mal dormidas e muita gastura inútil.

O gigante costuma rotineiramente usar o sentimento de medo para nos paralisar e com isso evitar darmos o próximo passo ao alcance dos nossos objetivos. Essa é uma das maneiras que os gigantes usam para impedir que continuemos no caminho certo. Ele procura usar desse expediente para criar uma situação de desespero com o objetivo nos deixar exatamente onde estamos ― em nossa maldita zona de conforto.

O sentimento de medo nos impede de amar, de ajudar, de falar a verdade, de perdoar as pessoas, de mudar, de recomeçar, de reconhecer os erros, de iniciar algo novo, de conhecer o desconhecido, de tentar uma vez, de tentar mais uma vez, de nos curar de uma doença, de alguma desilusão, de perder, alguns até mesmo de vencer, de não arrumar um emprego novo, de prosperar, de morrer, mas principalmente, de viver em paz.

Se você quer ser um vencedor de gigantes deve antes riscar o medo da sua vida, mas lembre-se ― “não ter medo” é muito diferente de “ser irresponsável”.

Um empresário ao tentar fechar um grande negócio ou um empregado ao tentar uma promoção jamais conseguirá obter sucesso se entrar nesse propósito com medo. Nunca ouvi dizer de alguém que construiu uma história de sucesso tendo medo de tentar, mas ao contrário, já ouvi falar de muitos que conseguiram coisas inacreditáveis aos olhos humanos tendo muita coragem de encarar gigantes.

“Não é possível associar fé com medo; um é adverso ao outro.”

Poderíamos dizer que a fé é a convicção e crença firme e incondicional, alheia á argumentos da razão. De uma maneira mais simplória e objetiva poderíamos dizer que a fé é simplesmente a “ausência do sentimento de medo” em nossas vidas. De crer que é possível ser feliz independente das circunstâncias que nos rodeia.

Veja que interessante:

“E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário; Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar. E os discípulos, vendo-o andando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo. Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais. E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me! E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.” [Mateus 14, versículos 24 a 33]

Os apóstolos de Jesus “até certo estágio das suas vidas” eram como a maioria de nós, tinham medo. Mas, ao longo do tempo, o medo que os assolava ao ponto de fazê-los gritar por “Socorro” e achar que havia um fantasma querendo assustá-los, foi se dissipando na medida que foram enfrentando seus gigantes, depois de algum tempo, após diversas situações que os levaram a sentir medo foi que ficaram definitivamente livres desse sentimento. É possível verificarmos isso nas histórias que se seguiram, veja um exemplo a seguir. O mesmo Pedro que antes gritou de medo ― “é um fantasma!” Com o tempo mudou radicalmente. Para mim trata-se de uma das maiores demonstrações da falta de medo da Bíblia.

Herodes, na ocasião, já havia matado Tiago e João por serem Cristãos declarados, e o povo havia aprovado essas mortes, e para ficar bem na fita com seu povo, decidiu matar Pedro também, vejamos o texto a seguir, atente-se as palavras e frases grifadas:

“E por aquele mesmo tempo o rei Herodes estendeu as mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar; E matou à espada Tiago, irmão de João. E, vendo que isso agradara aos judeus, continuou, mandando prender também a Pedro. E eram os dias dos ázimos. E, havendo-o prendido, o encerrou na prisão, entregando-o a quatro quaternos de soldados, para que o guardassem, querendo apresentá-lo ao povo depois da páscoa. Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus. E quando Herodes estava para o fazer comparecer, nessa mesma noite estava Pedro dormindo entre dois soldados, ligado com duas cadeias, e os guardas diante da porta guardavam a prisão. E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias. E disse-lhe o anjo: Cinge-te, e ata as tuas alparcas. E ele assim o fez. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa, e segue-me” [Atos 12, versículos de 1 a 8, ênfases adicionadas]

Responda-me se puder: Como pode alguém que antes gritava de medo, achando que havia um fantasma o assolando, tempos depois, a mesma pessoa, na véspera da sua morte, estar “dormindo” preso em uma cela amarrado a dois guardas? O mais difícil para mim é entender como pode alguém, nessa situação, ainda se lembrar de tirar as “sandálias” para dormir. O que será que Pedro queria? Será que pretendia ficar mais confortável enquanto tirava a sua merecida soneca antes de ser morto? E você! Conseguiria dormir numa situação como essa? O fato é que deixamos de dormir por muito menos. Não é mesmo? Na verdade não dá para acreditar que as histórias relatadas na Bíblia, as que envolveram homens de Deus como: Jesus, Noé, José, Moisés, Davi, Daniel, Isaías, Salomão, Sansão, Neemias, Pedro, Paulo e tantos outros, seriam as mesmas histórias se Deus não tivesse eliminado totalmente o medo de suas vidas.

Observe que as histórias dos milagres que já aconteceram e que ainda acontecem, na maioria das vezes se materializam no exato momento que o necessitado do milagre não tem outra opção a não ser acreditar que o milagre vai acontecer. Na maioria das vezes o milagre da cura acontece na ante sala de operação, no momento de um assalto, na hora exata de um acidente ou na última gota de leite disponível para alimentar o filho. Nesses momentos de extrema angústia, o medo não tem mais sentido, ele deixa de ser um fantasma, porque aquilo que tínhamos medo tornou-se realidade, nesse momento passa a ser somente uma palavra sem significado. Acho que isso nos faz entender algumas coisas que acontecem sem explicação quando olharmos o problema sem esse entendimento. Por exemplo: O que faz uma mãe encarar um bandido armado, um urso faminto, um incêndio, uma situação de extremo perigo qualquer para defender seu filho? Onde está o medo dessa mãe? Naquele momento. Não existe! Sumiu!

Ao longo do tempo aprendi que o medo não têm vida própria. Ele precisa que alguém o alimente para sobreviver. E somos nós quem fazemos isso! Se alimentarmos bem, ele será “grande, forte e viçoso”, se alimentarmos mais ou menos, ele será um medo “meia boca”. E se nós não alimentarmos, “morrerá de inanição”. E é claro que nem preciso dizer que essa é a melhor opção, isso, se de fato, quisermos ser vencedores de gigantes.

Acreditamos que um homem foi a lua porque vimos e lemos isso nos jornais e aprendemos na escola. Mas de fato, a maioria de nós nunca viu isso de perto, nunca estivemos lá para constatar se é ou não verdade. Pode bem ser que nunca estiveram por lá. Quem de fato pode nos afirmar essa verdade com convicção plena? Ninguém, nem mesmo o Neil Armstrong (o primeiro homem a pisar na lua) tem esse poder. Porém, qualquer um que vier com essa conversa de que ninguém pisou na lua será tido como um louco, um ignorante. Pergunto-me as vezes ― porque será então que muitas pessoas têm tanta dificuldade de acreditar nos ensinamentos divinos, ao invés disso, optar alimentar sua fé nas coisas do homem e colocar dúvidas nos ensinamentos do nosso Criador? Porque então devemos acreditar que o pior vai nos acontecer e não acreditar que o socorro Divino virá no momento certo? Isso acontece porque “onde há o sentimento de medo inexiste a fé”. Assim sendo, se você “sente medo” nos momentos difíceis, é, na verdade, uma pessoa “sem fé.”

Porém uma pessoa só pode ter fé de verdade, se tiver a certeza de que está fazendo tudo direitinho, exatamente como Deus manda, só tendo esta certeza você poderá encarar seus gigantes contando antecipadamente com a vitória, caso contrário, seria suicídio.

Via de regra o sentimento de medo aparece quando estamos em uma situação de perigo eminente, nos sentimos pequenos em relação ao problema e pensamos que só um milagre poderá nos tirar dessa situação. Porém sabemos que dificilmente essa ajuda ocorrerá, porque muitas vezes estamos fora da vontade de Deus. É nesse momento que a maioria das pessoas correm para as igrejas e tratam desesperadoramente de mudar tudo o que está fazendo de errado, e partem a clamar a Deus para se apresar em salvá-los. E, é também nessas horas que muitas pessoas perdidas caem em arapucas que dizem “igrejas”, que de Deus não tem nada, na verdade poderíamos chamá-las mesmo de “seitas religiosas” que mais querem se aproveitar da fragilidade das pessoas nesses momentos difíceis para tirar proveito da ignorância alheia.

Jesus disse em Oséias 4.6: “Meu povo sofre por falta de entendimento.”

Em outras palavras o que será que essa frase quer dizer? “O povo sofre por que é burro!” Duro ouvir isso, não é mesmo? Mas responda: Existe uma outra interpretação para a “falta de entendimento?”

Eu assemelho a fé e o medo como a seguinte ilustração:

Imagine você com seu filho de quatro anos sentado no banco traseiro do seu carro dirigindo em direção a um bairro perigoso com objetivo visitar um amigo. Por mais perigoso que possa ser se ir a esse lugar a ausência de medo do seu filho está relacionada com a confiança que ele tem em você.

O seu filho alimenta “inocentemente” a esperança que você cuidará dele independente das circunstâncias. Assim o medo acaba “inexistindo” nele. Até porque ainda não consegue entender o perigo que está correndo indo a esse lugar. Mas se a sua esposa estiver no banco do passageiro indo com vocês ao mesmo lugar é bem provável que essa mesma segurança já não é a mesma nela. É quase certo que esteja ao seu lado tremendo de medo achando você um louco varrido. Nesse momento já deve estar pensando em se separar. É bem possível que ela esteja se sentindo uma mãe irresponsável por ter decidido ir com você acompanhada de seu filho a um lugar tão perigoso. Se ao chegar a esse lugar um pobre garoto bata no vidro para pedir alguns trocados, sem saber disso, se desespera gritando de medo achando ser assaltada.

Bom a esposa está se sentindo irresponsável. E o seu filho podemos considerar que ele também seja irresponsável? De certo que não! Apenas não parou para pensar no perigo que correria. Assim montamos um cenário com dois personagens — um com fé e outro com medo.

Talvez seja esse o motivo que levou Jesus dizer em Lucas 18, versículos 16 e 17: “Mas Jesus chamou a si as crianças e disse:” Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele”.

A mesma coisa acontece em relação à fé. Se entrarmos de cabeça no problema acreditando que o milagre vai acontecer, que iremos ser curado ou que prosperaremos, de certo isso ocorrera. Porém, entretanto, o medo ou a incerteza, ou até mesmo a certeza de estarmos fora do caminho certo acaba criando em nós a insegurança, pois, sabemos que, para que algo aconteça em nossas vidas é preciso primeiro que não haja impedimentos. O ambiente do milagre têm de estar limpo. Em condições de receber a benção que almejamos.

Uma pessoa pode estar com câncer e ser curada. Um homem ir a lua eu nunca vi, mas, pessoas com doenças como o câncer, aids serem curadas eu já vi muitas.

Porém para que isso aconteça é preciso que não haja o sentimento de medo nelas. Mas para não haver esse sentimento será necessário primeiro ter a certeza que não há faturas em atraso, que todas foram pagas direitinho e no vencimento. Não é prudente acreditar que o socorro divino virá andando fora da vontade de Deus. Exceto se Ele tiver um propósito específico em sua vida.

Penso que as pessoas confundem muito as coisas. Andar no caminho de Deus não se limita a apenas ir à igreja no domingo ou encher o cofre dela de dízimos. É errado pensar que agindo assim todos os nossos problemas serão resolvidos. É preciso algo mais, é preciso acreditar na vitória, é preciso “ação”. Jesus disse em Lucas 8, versículos 20 e 21 [ênfase adicionada] E foi-lhe dito: Estão lá fora tua mãe e teus irmãos, que querem ver-te. Mas, respondendo ele, disse-lhes: Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a executam.

Não é especificamente quem vai à igreja aos domingos que estão na vontade de Deus, nem mesmo quem sistematicamente colabora financeiramente com ela, mas, daqueles que põe em prática seus ensinamentos.

Como mencionei, durante minha vida passei por momentos de extremo medo, mas, no decorrer do tempo acabei percebendo que muitas das coisas das quais tive tanto medo não aconteceram de fato, mais do que isso, aprendi que a melhor maneira de acabar com o medo é se levantar, olhar bem dentro dos olhos do medo e enfrentá-lo. Tenho a certeza de que quando fazemos isso, Deus em sua misericórdia ao ver a confiança que depositamos nEle se levanta juntamente conosco, e a partir desse momento nos tornamos numa só pessoa. E não há medo nem mesmo gigante que resistirá tamanho poder.

Conclusão: O medo existe porque desconhecemos nosso potencial. Porque não planejamos antecipadamente o que precisa ser feito para vencê-lo. Cultivar uma mente medrosa nos levará sempre ao fracasso.

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